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2º desafio de escrita

Procura elaborar um pequeno texto poético sobre a tua cidade, a partir  do poema ” A minha cidade” de Luísa Ducla Soares

A minha cidade
é muito bonita
e ficará sempre no meu coração.

A minha cidade
é grande e espaçosa
posso com os amigos brincar, 
como também correr e saltar.

A minha cidade
é onde temos a nossa família
e onde fazemos a nossa partilha.

A minha cidade
nesta quarentena está muito vazia
e a temperatura está muito fria.
Apesar de toda a amizade
sinto falta da minha liberdade. 

Tiago Magalhães 5ºG

 

A minha cidade
é uma pintura viva
que a todos cativa.

A minha cidade
cheira a maresia
com um mar azulado
em praias de amarelo estrelado.

A minha cidade
tem carros a andar
e pessoas a respirar.

A minha cidade
tem prédios castanhos,
mas as suas ruas
são alegres e coloridas
como bonitos desenhos.

 

Guilherme  Meira 5ºG

 

A minha cidade
é cheia de gente, 
terra, mar e sol incandescente.

A minha cidade
é muito bonita
tanto de dia como de noite
não é grande nem pequenita.

A minha cidade
tem trânsito a mais
devia ser de jardins e animais.

A minha cidade
tem pássaros a voar
mas gostava de ver
pessoas mais sorridentes
e as crianças na rua a brincar.

Gonçalo Machado 5º G

 

A minha cidade 
 é linda como o mar
 dá para correr e saltar.

 A minha cidade
 não é imaginação
 é bem hospitaleira
 fica no coração.

 A minha cidade
 é cheia de beleza
 outrora pertencia à realeza.

 A minha cidade
 é genial.
 Grande ponto turístico
 das mais visitadas 
 em Portugal.

Gabriel 5ºG

 

A minha cidade
é um mundo 
que gira sem parar.

A minha cidade
é um sonho
bom de sonhar 
com formigas a voar.

A minha cidade 
tem casas de muitas cores 
e pessoas à janela a pensar.

A minha cidade 
tem inspiração para sonhar,
imaginar e cheirar 
com flores a embelezar 
para a minha cidade encantar. 

Miriam Bastos 5ºG

 

A minha cidade
é uma flor
que faz o mundo ter cor.

A minha cidade
está cheia de vida,
é uma tela
com uma pintura feita de aguarela.

A minha cidade
tem muita alegria
e nela passeiam turistas todo o dia.

A minha cidade
tem jardins e tem  museus.
Tem, também,  muitas livrarias,
mas, é na Lello que encontras tudo

o que imaginas e que querias.

 

 Mª João Sousa  e Joana Moreira 5ºG

 

A minha cidade 
é uma estrada em caracol
que termina no pôr do sol.

A minha cidade
é bela
e tem paixão 
como um balão de São João.

A minha cidade 
tem bravura 
e idade.

A minha cidade 
tem Serra e Mar
sempre a oferecer 
um entardecer,
onde se pode namorar.   

 

Francisca Nogueira 5º G

 

A minha cidade 
é colorida
que nem o arco íris.

A minha cidade
é bonita
como o pôr do sol
da cor do girassol.

A minha cidade 
tem casas grandes e pequenas 
belas que nem as açucenas.

A minha cidade  
tem céu azul
que nem o mar
com pássaros a voar 
e flores a despontar.

 

Alexandra  Silva 5º F

A minha cidade 
é um jardim de espantos
que não rima com prantos.

A minha cidade
é das mais perfumadas
com um manto

de flores encantadas.

 

A minha cidade
tem brilho e muita cor
e corações cheios de amor.

A minha cidade
tem um ramalhete
de exuberantes laços,
mas só os merecem aqueles
que procuram abraços.

 

Rafael Martim 5º F

 

A minha cidade 
tem cheiro de mel 
 e sabor de alegria.

A minha cidade 
tem gente correndo.
Brincando e aprendendo
Tem tudo de bom!

 

A minha cidade
é feita de sonhos
de esperança e de vida.

A minha cidade
querem saber qual é?
É a cidade que invento
na minha imaginação
e no meu coração.

 

Ângelo Camarinha 5º F

 

 

A minha cidade

é tão grande e colorida

que é muito divertida.

 

A minha cidade

brilha de noite,

com uma lua brilhante

que também é frustrante.

 

A minha cidade

tem um milhão de corações

e muitas emoções.

que parecem canções.

 

A minha cidade

tem muita gente

mas nós temos de seguir em frente.

 

Beatriz e Matilde, 5ºD

 

 

A minha cidade

é muito populosa

até se torna espantosa

 

A minha cidade

tem muitos divertimentos

 e as pessoas andam de

um lado para o outro com

grandes movimentos.

 

A minha cidade

tem muita agitação,

há muitos turistas que vêm

mas há gente a dormir no chão.

 

Afonso Cardoso e David Reis, 5ºD

 

A minha cidade

É um mar de imaginação

Que me inspira em cada missão

 

A minha cidade

É feita de cimento

Com algum descontentamento

 

A minha cidade

Tem muitas ações

E enormes multidões

 

A minha cidade

Tem muita união

Mas também alguma solidão.

 

Sofia e Rita, 5ºH

 

 

A minha cidade

É grande e bonita,

De todas

A minha favorita

 

A minha cidade

Tem praia e mar

Com areia

Para brincar

 

A minha cidade

Tem magia

 e alegria

 

A minha cidade

Tem plantações

Mas eu prefiro corações.

 

Gabriela e José, 5H

 

 

 

 

Página de diário de um romântico incurável: Bocage

Oficina de escrita

Imagina que és Bocage; vives dominado pelo espírito do Romantismo, acreditas, por isso, na morte por amor e no sofrimento como forma de estar vivo.

Produz uma página de diário, onde reflitas sobre o amor, o sofrimento amoroso e a morte de amor, da perspetiva de Bocage e dos românticos, como é evidente na ária de Martini.

 

Página de diário de um romântico incurável: Bocage

 

Lisboa, 1 de maio de 1800

    Querido diário,

    Hoje, busco inspiração no meu interior para relatar-te que, nesta suave manhã de primavera, nunca vi tão brandos olhos num alegre prado. 

      E, ah! o que aqueles olhos me fizeram, quando a vi tocar aquelas flores de mil cores, que explodiam vários aromas. Ouviam-se os pássaros amadores, com os seus versos modulados e seus ardores, que incitavam os meus olhares ardentes por entre as árvores sombrias. Mais tarde, vários animais a sorrir que, estando a alisar a erva, ela percorria com a maior pureza e até nas mais altas montanhas, onde deslizam os mais queixosos rios, se conseguia sentir o meu sofrimento, pois ela não me descobriu e, assim, fico isolado. Mas ai!, tudo o que vês, se eu não te vira, nesta manhã clara, me causara a mais triste noite! 

     Se eu puder morrer de amor, não há morte mais bela, porque, morte de amor, melhor do que a vida!

     Até nunca,

                                                                        Bocage

Inês Mota 10.º D

 

Páginas de diário…

Oficina da escrita

Imagina que és um dos jovens do poema “Outra Margem” de Maria Rosa Colaço. Escreve a página de diário de um deles relativo ao seu primeiro dia de escola.

 Porto, 15 de setembro de 1952

Caro diário,

                      Hoje foi um dos melhores dias da minha vida.

                     Foi o meu primeiro dia de escola. Após passar a ponte da minha aldeia, fui a caminho da escola. Quando lá cheguei, reparei que ela era mesmo muito grande. 

                Entusiasmado, corri logo para conhecer a escola; mal entrei na sala de aula, sentei-me em frente à professora numa secretária de madeira. Fiquei feliz porque, logo no primeiro dia, fui ao quadro e pude desenhar com o giz. No recreio, jogamos ao pião e comi o meu pão seco, mas soube-me pela vida. Fiquei triste, quando acabou a aula, mas sabia que ia voltar na segunda-feira. De regresso a casa, corri para contar aos meus pais e aos meus familiares.

                       Gostei muito deste dia, foi fantástico.

                                                 Abraço,

                                               Rafael

 

Rafael Ribeiro 8.º D

 

                                                          Ribeira do Rio Douro,18 de maio de 1977

Querido Diário.

              Hoje foi um dia muito importante, pois foi o primeiro dia de escola. Estou muito contente por estar a estudar e não a ir para o campo ajudar os meus pais.

                Vou dar o meu melhor para não passar o resto da minha vida a trabalhar no campo e, assim, conseguir um trabalho que sustente a minha família. Na escola, não importa se somos ricos ou pobres, somos todos tratados da mesma maneira.

              Eu tenho de caminhar durante algum tempo para chegar lá, mas isso, para mim, não importa, desde que consiga fazer o meu futuro naquele lugar.

              Espero que  haja muitos mais dias como estes, pois lá é onde eu vou lutar pela minha vida, dar o meu máximo e não estar sempre agarrado a uma enxada a trabalhar no campo.

                                                                                                          Um forte abraço.

                                                                                                                   Rodrigo.

Rodrigo Fonseca 8.º D

 

 

Porto, 26 de maio de 1984

            Querido diário:

 

           Hoje foi o meu primeiro dia de escola, é tudo tão bonito e diferente. Há muitas pessoas, umas vestem-se bem e são bonitas, outras, como eu, usam roupas velhas e o cabelo mal-arranjado.

             Esta escola é um lugar mágico, há livros e cadernos, canetas e lápis, coisas que jamais pensei que existissem.

          Tive medo e senti-me nervosa, todos olhavam para mim com ar desconfiado e eu sorria timidamente. Para mim, tudo isto é uma nova descoberta, um conjunto de alegrias que não têm explicação.

              Será que vou conseguir voltar amanhã?

         Tenho medo, mas vontade de voltar e aprender coisas novas. Quero estudar e conseguir ser alguém de importante na vida, quero ter um bom emprego e conseguir viver sem dificuldades e comprar uma casa e roupas novas…

              Será pedir muito, meu querido diário?

                                                                       Até breve

                                                                                   Maria

Beatriz Moreira 8.º D

 

                                                                                   Gaia, 18 de maio de 1970

Querido diário.

            Hoje aconteceu uma coisa incrível! Tive a experiência mais magnífica da minha vida,  vou contar-te tudo o que me lembro!

           No domingo de manhã, estava toda entusiasmada, pois a minha mãe e o meu pai disseram  que eu ia para a escola. Fiquei toda feliz mas, depois, lembrei-me que a escola mais perto ficava no Porto e eu moro em Gaia; o que queria dizer que eu tinha que atravessar o rio, mas estava tudo bem porque, se eu quero  saber algo mais do que contar alfaces e cenouras, tenho que ir para escola. Quando chegou a noite, eu nem conseguia dormir, só de imaginar algo mais do que esta minha vida e o quanto ela ia mudar. Acordei cedinho e fui logo arrumar as minhas coisas, no caso, um lápis e um caderno e também o barquinho a remos que eu precisava para ir para a outra margem. Reparei que eram poucas as crianças que iam para o Porto estudar, a maioria ia para as feiras vender e isso motivou-me ainda mais para ir para a escola aprender. Ao chegar à escola, era tudo tão bonito, tão vivo que os meus olhos saltaram de alegria,

          Aprendi coisas esplêndidas e um pouco complicadas, mas faz parte, fiz novos amigos, com o mesmo sonho que eu: ter uma vida financeira e intelectual incrível e isso não tem preço.

                                                                                       

                                                                                            Beijinhos da tua companheira

                                                                                                          Maria

Tatiana Vicente 8.º B

 

 

Gaia, 20 de março de 1972

     Querido diário,

     Hoje vai ser o meu primeiro dia a ir para uma de escola. Para ser sincera, nunca estive tão nervosa para ir a algum sítio. As únicas pessoas que conheço são as filhas das amigas da minha mãe, de resto não conheço nenhum rapaz, a não ser que ande lá algum primo ou vizinho meu…

      Acredito que deva ser excelente ir para a escola, pois podemos ter mais convivência uns com os outros! Espero, um dia, poder contar aos meus filhos ou filhas como foi o meu primeiro dia de escola e todas as coisas que passei, acredito que vou ter memórias incríveis.

     Espero que, com a escola e todas as coisas que irei aprender, possa  ter um futuro melhor e fazer muita coisa mudar, porque um dos meus sonhos é poder mudar o mundo para melhor, transformá-lo num local onde todos possamos expressar o que sentimos, um mundo com muito mais amor e carinho.

       Quando chegar da escola, conto-te como foi o meu primeiro dia numa escola no Porto. Vá, agora tenho que de ir, senão chego atrasada…

 

                                                                                                     Espero ver-te em breve!

                                                                                                     Sofia

 

Ana Peixoto 8.º B

Ser Poeta é…

          Escrever com o coração.                     Beatriz Oliveira, 5º E

 

          Ser criativo e inspirador.                      Lucas Claro, 5º F

                                            

          Ser sonhador.                                           Renato Ramos 5º F

 

        Ser um pensador.                                    Gabriel Paiva, 5º G

  

        Ser o pai da poesia.                                 Gonçalo Machado, 5º G

 

 

É aquele que parece que deixa as palavras voar.          Cláudia, 5º D

 

É uma pessoa que diz palavras inspiradoras que preenchem as almas dos outros.       José Alves, 5ºD

É um criador de poemas sem fim.                                      Beatriz, 5ºD

 

É uma pessoa cheia de imaginação, como se fosse de outro planeta.                           Nuno Duarte, 5ºD

 

É um ser que escreve com a alma.                                     Beatriz Marques, 5ºH

 

É alguém que ao escrever transporta os seus sentimentos para o papel.                      Renata, 5ºH

 

A carta

(Imagina que, há muito tempo, encontraste, no baú de um teu antepassado, um mapa que indicava a localização de um tesouro escondido debaixo de uma velha árvore. Surpreendido e indeciso, resolveste escrever a um amigo/ familiar e pedir conselho sobre o que fazer com a riqueza que tinhas acabado de descobrir).

 

    

 Casa dos avós, …

         Olá, querido pai.                         

          Espero que estejas bem e melhor do teu tornozelo. Como sabes eu encontro-me em casa dos avós, mas não imaginas o que me aconteceu!
          Quando eu estava a ver, na biblioteca do avô e da avó, se encontrava mais moedas antigas, encontrei um fundo falso. Este dava diretamente para uma passagem secreta, que conduzia para uma sala cheia de mapas: mapas do mundo, mapas da Europa, mapas do país, mapas das cidades…mas houve um mapa que realmente me chamou a atenção. Era um mapa que tinha aspeto antigo e estava cheio de pó. Por isso, comecei logo a espirrar. Quando acabei, limpei o pó e descobri que aquele era um mapa do tesouro!
          Fui, de imediato, contar aos avós. Inicialmente, eles desconfiaram, mas depois, quando lhes mostrei tudo, eles já acreditaram e ficaram espantadíssimos. Disseram que podia ser de um antepassado nosso, e o avô foi pesquisar nos seus livros e foi buscar um livro sobre piratas. De seguida, abriu numa página e leu que Dragut Reis, um dos maiores corsários que viveu no século XVI e que navegava no Mar Mediterrâneo com o nosso apelido, escondeu um tesouro em Portugal. O meu avô, ou  seja o teu pai, disse que Dragut Reis podia ser nosso antepassado e seria o tetra, tetra tetra avô do meu avô! Eles disseram que tinham dúvidas que existisse mesmo um tesouro aqui em Gaia, ou no Porto e principalmente que eu o iria encontrar a partir daquele mapa, mas que se eu achava que existia mesmo, que eles iam comigo.
          Lá fomos nós, entramos para o carro do avô e, analisando o mapa,descobri que os meus avós tinham razão, porque o tesouro não estava nem em Gaia, nem no Porto, mas sim nas ilhas Berlengas, perto da Nazaré. Por isso, tivemos de ir para o barco da avó para lá chegar. Entramos para o barco e rumámos para as ilhas Berlengas. Quando lá chegámos, reparámos que o tesouro podia estar em qualquer lado, numa árvore, numa rocha, numa caverna … Depois deparámo-nos com uma árvore que se notava já ter alguns anos e com algarismos romanos e reparámos que era o século XVI, ou seja, o século em que o pirata Dragut Reis, possível nosso antepassado, viveu e escondeu o tesouro! Mas onde é que estava? Já sabíamos que estava na árvore, mas onde? Decidimos separarmo-nos. Eu escalei a árvore e, vi no meio dos ramos,  uma oliveira  grande, devia ter perto de quarenta metros. Os avós ficaram felizes com a minha ideia de trazer pás e começaram a escavar junto à árvore. Uns minutos depois, quando eu já tinha terminado de vasculhar todos os cantos da árvore, desci para ver se eles já tinham encontrado alguma coisa. Eles responderam-me que não e, no preciso momento em que me responderam, sentiram a pá a bater em alguma coisa, mais dura do que a terra que eles estavam a escavar.  Aí percebemos que tínhamos encontrado o tesouro. Tiramos e quando vimos a arca do tesouro, reparámos que precisávamos de duas chaves e o  avô pegou num gancho de cabelo da avó e arrombou a fechadura! Isso deve ter sido o que mais me espantou na aventura toda. Depois do avô ter arrombado a fechadura, abrimos o tesouro e reparámos que estávamos ricos! O tesouro tinha colares, anéis, coroas, lingotes de ouro… tudo em ouro e pedras preciosas!
          Aproximadamente duas horas depois, chegamos a casa e eu perguntei aos avós o que é que íamos fazer com as riquezas todas que tínhamos encontrado e eles disseram que não sabiam o que fazer, que te devíamos perguntar, embora eu gostaria muito de ver este tesouro exposto num museu.
          Aguardo informações!

        Beijinhos do teu querido filho Lucas.

        POST SCRIPTUM: MANDA BEIJINHOS TAMBÉM PARA A MÃE E PARA A MARIA.

Lucas, 5º D