Continuação da fábula ” A raposa sem cauda ” e a aceitação da diferença.

 

A raposa sem cauda

        Uma raposa muito bonita teve o infortúnio de ser apanhada numa armadilha. Depois de muito se debater, lá se conseguiu soltar, mas ficou sem a sua magnífica cauda. Tinha tanta vergonha que a vissem assim que se escondeu das outras raposas durante muitos dias. Mas depois arquitetou o que pensava ser um plano engenhoso. Iria persuadir todas as outras raposas a cortarem as suas caudas, para ficarem todas iguais.

         Assim, convocou todas as outras raposas para uma reunião e aconselhou-as a cortarem as caudas.

– São tão pesadas, penduradas atrás de nós, e afinal para que é que servem? – perguntou.

Mas uma das raposas, que sabia exatamente qual a utilidade da sua cauda, gritou:

– Olha lá, só nos estás a dar esse conselho porque não queres ser diferente. Se não tivesses perdido a tua, não terias assim tanta vontade que nós cortássemos as nossas caudas!

E todas as outras raposas perceberam a veracidade destas palavras, viraram costas e foram-se embora orgulhosamente.

Moral da história: TEM CUIDADO COM QUEM TE DÁ CONSELHOS TENDO EM VISTA OS SEUS PRÓRIOS INTERESSES.

Cria uma continuação da fábula, mostrando como a raposa, depois de tudo, aprende aaceitar-se e a ter orgulho em ser diferente.

 

 A única raposa sem cauda

        No final da reunião com as outras raposas, a Pipa não sabia o que fazer, então foi pedir um conselho à tia Rosa.

        Quando chegou a casa, a tia Rosa estava na cozinha a preparar um bolo de laranja. Pipa entrou na cozinha e disse à sua tia:

– A reunião foi um fracasso- disse a raposa desiludida.

– Pipa, não tens de te sentir inferior aos outros, nem pedir para cortar as caudas só porque ficaste sem a tua!- exclamou a tia Rosa.

– Tens a certeza?- perguntou a raposa pouco convencida.

– Tens de te sentir orgulhosa em seres a primeira e a única raposa do bairro a ficar sem cauda.

No dia seguinte, de manhã, a Pipa foi ao mercado e todas as raposas ficaram espantadas quando a viram a andar despreocupada e sem vergonha. Pelo contrário, feliz por ser a única raposa sem cauda!

A Pipa percebeu que até era bom e divertido não ter peso com ela quando passeava. Pediu desculpa e foi com as amigas ao mercado.

Camila Marçal, 5ºE

A pessoa diferente

     A raposa ao ouvir aquelas palavras apercebeu-se logo de que as outras raposas eram muito mais espertas que ela.

     Então para não se sentir diferente das outras raposas, decidida, vai à procura de alguém igual a ela, já que o que acabara de fazer não correra bem. Enquanto a raposa procurava por esse alguém, todos se riam dela. Até que encontrou um gato vadio, que era como ela, não tinha cauda. Então, foi falar com o gato e disse:

– Ei, tu és como eu! Achas-te bonito?

– Querida raposa, se sou bonito sou sim e ainda com orgulho de não ter cauda, pois assim sou diferente dos outros, sou único e até te digo uma coisa ninguém é perfeito!

A toda gente a que a raposa fazia a mesma pergunta, dava a mesma resposta!

Até que encontrou Nezuko, ela era muito, mas muito diferente dos outros era um humano, com estilo único, um cabelo cheio de cores, pele diferente tudo diferente! Ao ver uma pessoa assim, a raposa entendeu que nem todos são iguais e ficou orgulhosa por ser diferente!

 

Benedita Vieira, 5ºE

A raposa única

       A raposa depois do que as outras raposas lhe fizeram, sentia-se muito triste por não terem cortado a cauda.

       Quando chegou a casa, a raposa estava a chorar, quando a mãe se apercebeu perguntou:

– O que aconteceu, minha querida filha?

– Estava a andar quando fui apanhada por uma armadilha, soltei-me, mas a minha cauda ficou presa e acabei por ficar sem ela! – Disse a raposa a chorar.

– Mas, tu, agora, és única tens de ter orgulho.

A raposa ao ouvir estas palavras que a mãe lhe disse, foi pela floresta a cantarolar.

A raposa ficou contentíssima por ser a única raposa sem cauda naquela floresta gigante.

Moral da história: Ser único é ser diferente.

Tiago Alves, 5ºE

A raposa orgulhosa por não ter cauda

       Depois das raposas se terem ido embora, a raposa foi para um canto pensar em como seria imaginar-se uma raposa diferente das outras.

       Ela decidiu ir ter com elas para lhes pedir desculpas por querer que elas cortassem as suas caudas. Queria, essencialmente, que as amigas fossem brincar num lugar mais livre e bonito do habitat. Quando ficassem cansadas poderiam descansar dentro de um mato confortável e seguro para estarem protegidas de qualquer ameaça.

Lá chegada, conseguiu tudo o que queria e até foram comer os alimentos que guardaram num monte de folhas para ninguém roubar, nem foi preciso esconder-se! Tudo parecia totalmente normal.

Por fim, ela já se sentia orgulhosa por ser diferente das outras, e disse a raposa inteligente:

– Obrigada, por relaxares e brincares connosco sem confusões!

– Não é nada, até já me sinto orgulhosa por ser diferente.

Assim, foram relaxar bem tranquilas no seu habitat.

Eduardo Lima, 5ºH

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