A importância da leitura

A leitura é essencial para a nossa aprendizagem, para o nosso bem-estar e crescimento.

A nossa turma, o 6.ºF, acha que ler é bastante importante, porque é dessa forma que conseguimos obter novas e variadas informações, aprendemos novo vocabulário e facilita-nos o raciocínio.

Este passatempo é uma forma de lazer muito interessante, pois diverte-nos e ao mesmo tempo aprendemos com ele.

Com o gosto da leitura, conseguimos ler em qualquer lugar e ler diferentes tipos de textos com diferentes emoções.

Certos livros de tão encantadores que são, levam-nos até paisagens deslumbrantes, mares desconhecidos e conhecer culturas tão diferentes.

A nossa escola tem uma biblioteca enorme e muito bonita. Há pouco tempo adquiriu 56 livros novos que nos permitirá tirar partido desta maravilha que é a leitura.

Ler proporciona-nos momentos de muita alegria e momentos mágicos. Muitas vezes, quando nos sentimos tristes, bastam-nos umas páginas de emoção lidas num recanto qualquer de casa, para nos sentirmos mais felizes e divertidos.

Crescemos a ler e a aprender. Que bom que é!

 Não deixes os livros na estante a apanhar pó e a ganhar teias de aranha …

Lê-os!

 

Texto coletivo do 6ºF

Happy Valentine’s day! 

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Sabias que ,no Reino Unido, se gasta cerca de 503 milhões de euros em postais, flores,chocolates e outros presentes para o dia de S.Valentim?
Queres saber mais sobre a história  e as tradições da festividade mais famosa do mundo? 
Passa pelo cantinho do inglês “English corner” que se encontra  logo à entrada da nossa biblioteca!    

 

 

Visita de estudo a Lisboa

     

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No âmbito do programa curricular das disciplinas de Português e de História, realizou-se uma visita de estudo a Lisboa, no dia 1 de fevereiro, para concretização de duas atividades de complemento curricular: Espetáculo teatral baseado no romance de Saramago “O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS,” levado a cena pelo Grupo de Ação Teatral A Barraca, e visita guiada ao museu de Lisboa (Lisboa Story Centre). A turma de Artes, aproveitou a oportunidade para visitar o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado e as turmas do profissional deslocaram-se também a Belém para poderem visitar as novas instalações do Museu dos Coches.

Participaram nesta visita de estudo todos os alunos do 12º ano, do ensino profissional e do ensino regular, acompanhados pelos respetivos diretores de turma (Alexandre Albuquerque, Ana Sabença, Armanda Oliveira, Margarida Duarte, Rosa Pereira) por professores titulares (Alice Ribeiro, Clara Faria, Rosário Castro e Ricardo Nunes) e ainda pelos convidados especiais Clara Mesquita e Artur Vieira, Diretor do Agrupamento.

Apesar da instabilidade meteorológica, da viagem cansativa, das indisposições pontuais de alguns discentes e da difícil tarefa de orientar um grupo tão alargado de alunos, a visita de estudo correu muito bem e os objetivos foram cabalmente cumpridos: sensibilizar para a leitura da obra “O Ano da Morte de Ricardo Reis” de José Saramago; contribuir para o enriquecimento cultural e literário dos discentes; desenvolver uma atitude crítica no aluno enquanto recetor de objetos de cultura e sensibilizar os discentes para a valorização da história da cidade de Lisboa e de Portugal.

 

Visita de estudo a Lisboa – perspetiva dos alunos

 

“Ver para aprender” foi o mote para a visita de estudo que, no primeiro dia de fevereiro, nos levou a Lisboa.

 A visita iniciou-se com um interessantíssimo espetáculo de teatro, baseado no romance “O ano da morte de Ricardo Reis” de José Saramago, que nos apresentou uma interpretação diferente da que tínhamos construído a partir da leitura deste livro.

 De tarde, tivemos o prazer de passear pelo Rossio e de visitar o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, onde pudemos apreciar “ao vivo” obras de grandes pintores como Paula Rego, Amadeo de Sousa-Cardoso e Santa Rita Pintor. Ainda no museu, fomos surpreendidos com uma exposição de fotografias da autoria de Carlos Relvas.

 A nossa visita de estudo mostrou-nos que é possível aprender fora da sala de aula e que o conhecimento também se constrói através da estimulação dos sentidos.

                                                                                                                                        Tatiana Mota, 12º D

 

No passado dia 1 de fevereiro, todas as turmas do secundário, do 12º ano, participaram numa visita de estudo a Lisboa para assistir à dramatização do romance de José Saramago “O ano da morte de Ricardo Reis”, levada a cena pela companhia de teatro A Barraca.

 Se por um lado o espetáculo é constituído por um elenco de excelentes atores, por outro, no meu ponto de vista, apresenta uma interpretação demasiado livre do romance que lhe deu origem. De um modo geral, os alunos que ainda não leram a obra gostaram e deliraram com os tiques, os histerismos e as “pantominices” da personagem Fernando Pessoa (o espetáculo era para jovens…!), contudo, quem já a tinha lido ficou dececionado pela forma como este gigante da literatura e da língua portuguesa foi “apoucado” em palco.

Na opinião de quase todos os meus colegas, esta visita de estudo correspondeu às nossas expectativas e ensinou-nos que também é importante sair da sala de aula para podermos reentrar nela mais motivados.

Ana Fonseca, 12º D

 

  • A peça de teatro, embora agradável e divertida, não representa bem a ação do romance “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, pelo que não acrescentou conhecimento aos alunos que já tinham lido a obra.
  • A visita ao museu, embora interessante, não captou a atenção dos alunos de História A, na medida em que o conteúdo histórico é abordado de forma superficial. Parece-nos que as turmas de humanidades não constituem o público-alvo deste museu.
  • Houve muito barulho no autocarro.
  • Não houve grandes condições para almoçar/ fazer pic-nic.
  • O atraso de meia hora no tempo de almoço provocou um atraso na visita ao museu.
  • A visita, embora agradável, ficou aquém das nossas expectativas.

Inês Mesquita; Inês Brandão; Patrícia Menezes; Rafael Oliveira, 12ºC

 

  • A dramatização da obra “O Ano da Morte de Ricardo Reis” não correspondeu às expectativas da maioria dos alunos, visto que foi abordada numa vertente mais cómica, principalmente a representação da personagem Fernando Pessoa, afastando-se da visão de Saramago.
  • O museu da história de Lisboa (“Lisboa Story Centre”) apresentou-nos uma visão detalhada e mais interativa da fundação da capital de Portugal, contribuindo desta forma para o enriquecimento da nossa cultura geral.

Beatriz Pereira, Simão Barbosa, 12ºA

 

  • A visita de estudo superou, de facto, as nossas expectativas.
  • A viagem, foi bastante agradável e apesar das longas horas de viagem até Lisboa, todos os momentos passados em conjunto foram muito divertidos.
  • O espetáculo de teatro foi ótimo, uma vez que a representação foi adequada ao público alvo – alunos jovens. Motivou a leitura da obra e, além disso, permitiu, de uma forma geral, que a maioria dos alunos ficasse a conhecer o essencial da história.
  • Apesar do mau tempo, houve ainda oportunidade para aproveitar um pouco a cidade e até fotos conseguimos tirar!
  • A visita ao museu “Lisboa Story Centre” foi inesperada, porque foi guiada pelo recurso ao sistema áudio interativo.

Carolina Silva, 12º C

 

  • A representação teatral a que assistimos foi boa, animada e comunicativa, porém, para quem leu a obra, “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, o espetáculo parece não ter sido tão interessante, pois não se ajustou ao conteúdo.
  • De tarde, visitámos o museu “Lisboa Story Centre” para conhecermos a história da cidade de Lisboa, contudo, pareceu-me uma visita estranha, diferente das visitas que costumamos fazer aos museus, já que fomos orientados apenas pelo sistema áudio.

Lara Silva, 12º C

 

  • A melhor parte da visita de estudo foi a ida ao “Lisboa Story Centre” pela forma peculiar como fomos guiados no interior deste museu.

Carolina Dias, 12ºA

 

 

 

 

 

 

   

 

Erasmus+ “Herança Cultural”: 2ª mobilidade

 

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No sábado, dia 9 de fevereiro, saímos do aeroporto de Katowice pelas 14 horas, com escala em Frankfurt, e chegamos ao aeroporto de Pedras Rubras às 22:15, conforme a hora prevista. Durante a viagem, aproveitámos para rever as fotos do último dia em Katowice, que se iniciou com a visita ao mosteiro de Jasna Góra, em Czestochowa. Este mosteiro é lugar do culto à Virgem Negra. De acordo com o nosso guia espiritual, o qual benzeu as nossas lembranças, a mesma é, a seguir a Deus, a entidade mais sagrada para o povo polaco. De seguida, fomos para a escola, onde participamos num ateliê com o objetivo de apresentarmos a lenda do Dragão de Cracóvia e a lenda do Rei Ramiro.

Depois das aulas, fomos para as nossas “famílias” e vestimo-nos a rigor para a nossa festa de despedida “Carnival Party”, onde nos divertimos muito.
 
E é deste modo que terminamos o nosso diário:
“Eu gostei de estar com as nossas famílias de acolhimento.” André
“Gostei da gastronomia polaca”. Diogo
“Foi bom conhecer novos monumentos, estilos de vida e culturas diferentes.” Sofia
“Gostei de conviver com colegas de Itália, Roménia, Grécia e Polónia.” Íris
 
Agradecemos, mais uma vez, a todos aqueles que nos “acompanharam nesta aventura”.

 

 

projeto Erasmus+ “Herança Cultural”- 2ª mobilidade

 
Diário da segunda mobilidade.
 
No dia 3 de fevereiro, mais 4 alunos, desta vez do 6.º ano, viajaram para Czestochowa na companhia de duas professoras. A viagem começou com um pequeno imprevisto porque as condições atmosféricas obrigaram a desviar a rota do avião de Katowice para Cracóvia, contudo estas pequenas coisas fazem parte da aventura que se iniciou em novembro e que se prolongará até maio de 2020.
 
No dia seguinte, dia 4 de fevereiro, a primeira grande sensação foi acordar com a cidade coberta de branco. Chegados à escola “Szkola Podstawowa, fomos recebidos de forma acolhedora. Os alunos polacos contaram-nos a história da independência da Polónia acompanhada com cânticos tradicionais e danças. Posteriormente, fomos recebidos por representantes do pelouro da Educação da Câmara Municipal, tendo sido convidados a fazer uma visita guiada à cidade num autocarro turístico.
 
E, assim decorreu mais um dia de trabalho, nesta belíssima cidade polaca.
 
Entretanto, já se passaram três dias desde que saímos de Portugal. Hoje é quarta-feira, dia 6 de fevereiro. Neste momento, estamos em Cracóvia, tendo decorrido cerca de 15 horas desde que partimos de Czestochowa. Aqui, começámos por visitar a Catedral de Wawel, onde eram coroados os reis, mesmo depois da capital ter passado para Varsóvia. Aí, subimos à torre sineira, onde cumprimos a tradição de colocar a mão esquerda no badalo e pedir um desejo. De seguida, percorrendo o caminho dos reis, passamos pelo dragão, cuja lenda simboliza a vitória da astúcia dos habitantes de Cracóvia sobre o mal e, ainda antes de chegarmos à praça principal do mercado, tivemos a oportunidade de passar pela famosa janela papal “Papal Window”, onde o papa Paulo II falava com os jovens e, ainda, pela Universidade “Jagiellonian University”, a qual recebe imensos estudantes que se encontram ao abrigo do programa Erasmus. Na praça visitamos a igreja “St. Mary’s Church”, que data do séc. XIV e é um exemplo da arquitetura gótica. Neste dia, o nosso roteiro terminou com um merecido lanche, seguido de uma ida ao mercado da praça para comprar umas lembranças desta belíssima cidade.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quinta-feira, 7 de fevereiro, acordámos com muita animação, pois todos os alunos e professores saíram juntos do hotel para uma visita às famosas minas de sal “Salt Mine” em Wieliczka, declaradas Património da Humanidade pela UNESCO em 1978. Depois de um intervalo para o almoço, prosseguimos com a visita guiada a esta pequena cidade, que dista a cerca de 45 km de Cracóvia. Por fim, regressamos a Czestochowa, pois amanhã, dia 8 de fevereiro, é dia de trabalho na escola. Lá, apresentaremos um teatro de sombras “Silent Play”, previamente preparado e ensaiado em Portugal. As atividades previstas serão encerradas com  uma festa de despedida ” Carnival Party”.
 
As professoras e os alunos envolvidos nesta mobilidade sentem-se felizes e realizados com esta gratificante experiência.
Obrigada a todos os que têm contribuído para o sucesso deste projeto. Voltaremos com mais novidades na próxima mobilidade.