Café concerto da Rádio Genial

Mais um evento de grande qualidade da nossa escola promovido pela Rádio Genial, em articulação com a Escola de Música de Perosinho, que proporcionou a todos os presentes momentos muito agradáveis de convívio.  A música, a poesia e o canto estiveram de mãos dadas com a iniciativa do Projeto de Promoção e Educação para a Saúde de angariação de verbas para apoios aos alunos carenciados do agrupamento. Todos juntos, uma vez mais, fizemos a diferença! 

Projeto “Serra em Movimento”

No âmbito do projeto “Serra em Movimento” [prova de aptidão profissional (PAP) de um grupo de alunos do curso profissional de técnico de turismo], vão decorrer, no próximo dia 7 de julho, SÁBADO, na serra de Negrelos/Canelas, entre as 10h00 às 18h00, diversas atividades destinadas a todas as idades (crianças, jovens e adultos) da comunidade escolar, tais como: escalada, arborismo, paintball, karting TT, insufláveis, matraquilhos humanos, jogos tradicionais (corrida de sacos, caça ao tesouro, andas, cotonetes, jogo da corda, arco e flecha).

Pelas 9h00, iniciar-se-á também, na entrada da escola-sede, uma caminhada e um trail (corrida), com destino à Serra de Canelas.

O recinto do campo (Serra de Canelas) será palco de todas as atividades lúdicas e desportivas, bem como de estimulante e promissor piquenique.

Não perca a oportunidade de vir fazer exercício connosco!

Dê atenção à Natureza, pense na sua saúde e divirta-se!

PARCERIA EUROPACOLON PORTUGAL E PPES

No dia 11 de junho, pelas 18h, o PPES organizou a cerimónia de encerramento do Programa de Educação Alimentar Escolar(PEAE) promovido na nossa Escola pela Europacolon Portugal, para alunos de 5º e 6º Anos.

A festa contou com a presença do presidente da Europacolon Portugal, Engenheiro Vítor Neves, e da Drª Sofia Sousa Silva, coordenadora do projeto na Escola.

Foi com inegável graciosidade e inquestionável competência que as alunas do 5º D, Alexandra, Beatriz e Lara apresentaram a cerimónia e os oradores que nela participaram. Introduziram inicialmente as alunas do 11.º E, Ana Oliveira, Tamara Santos e Rosa Silva, que interpretaram de forma belíssima o tema musical Douce Dame Jolie. De seguida, o Vice Diretor, Luís Miguel Oliveira, agradeceu a presença de todos, felicitando os elementos presentes da Europacolon Portugal pela excelência do seu trabalho.

O Engenheiro Vítor Neves explicou a importância da ação desenvolvida pela sua IPSS e agradeceu à nossa Escola a qualidade das atividades realizadas no âmbito desta parceria. A Drª Sofia Sousa Silva apresentou os resultados do trabalho levado a cabo com os nossos alunos a nível da educação e alteração de hábitos e comportamentos alimentares, do controle de peso e consultas de nutrição efetuados a alunos, pais e encarregados de educação. Procedeu igualmente à entrega dos prémios aos três melhores classificados do concurso Com um Conto Acrescento um Ponto à Minha Saúde– uma bicicleta, um skate e uns patins. O primeiro prémio foi atribuído à aluna Beatriz Amaro, do 5º E, pelo seu conto Vida Saudável.

As nossas apresentadoras deram por findo o evento com a apresentação de “Uma Banda Sem Nome…Ainda!”que integra professores da Escola e elementos do projeto Sim, Somos Capazes!

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Mais uma vez a nossa Escola deu por concluído um projeto e viu o seu trabalho e o dos seus alunos ser reconhecido por entidades externas numa cerimónia simples, singela, mas plena de significado.

Os papéis do aluno

 

Os papéis do aluno

 

O seu papel é importante,

É preciso estudar bastante,

Para obter bons resultados

Precisamos de estar calados.

 

Precisamos da professora ouvir

Para as notas subir,

Para o bom funcionamento das aulas

Devemos todos contribuir.

 

Se for criativo e original,

Nada lhe pode correr mal

E para além disso,

Se for divertido e amigo

Já tem o essencial.

 

 Ser assíduo e pontual

Divertido e social,

 Respeitador e trabalhador,

São as bases principais

E o orgulho dos nossos pais.

 

 Maria Amaro e Verónica Martins 5ºE

 

Ser aluno é …

 

Saber estar;

Ser responsável;

Estar atento;

Respeitar o professor e os colegas;

Ser participativo;

 Ser empenhado nas aulas;

Saber calar;

Ser organizado;

Ser criativo e original;

Fazer o que a professora manda.

 

Maria Amaro e Verónica Martins 5º E

 

 

Visita de estudo a Lisboa – deambulação geográfica e literária

No dia 30 de maio, quarta-feira, os alunos do 12º ano do ensino regular (turmas A, B e C), acompanhados pelas respetivas diretoras de turma, Luísa Sousa, Conceição Valente e Margarida Duarte, e pelas professoras Isabel Costa e Clara Faria, realizaram uma visita de estudo a Lisboa.

Pretendia-se, sobretudo, que os alunos visitassem a Fundação José Saramago e a Casa-museu Fernando Pessoa e que, inspirados no romance “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, percorressem a capital (“cidade labiríntica”), reconhecendo alguns dos lugares visitados pelo protagonista de Saramago – Ricardo Reis, “Chove sobre a cidade pálida, as águas do rio correm turvas de barro, há cheias nas lezírias. Um barco escuro sobe o fluxo soturno, é o Higland Brigade que vem atracar ao cais de Alcântara”.

Orientados por três guias turísticos, disponibilizados pela Fundação José Saramago, os alunos puderam deambular e rever a matéria “in loco”, partilhando os caminhos também percorridos por Ricardo Reis: Tejo, Cais das Colunas, Praça do Comércio (“Aqui onde o mar se acaba e a terra principia.”), Rua Augusta, com o seu monumental Arco, não do triunfo, Rua do Arsenal, marcada pela Praça do Município (com a exótica escultura, “Grade”, de Jorge Vieira), palco das mais diversas celebrações políticas e futebolísticas; Rua do Arsenal de novo, Cais do Sodré e o “Hotel Bragança” (“…perto do rio só se for o Bragança, ao princípio da Rua do Alecrim…”). Um pouco mais acima, no Largo do Barão de Quintela, a estátua de Eça de Queirós, escritor romancista e figura incontornável da cultura portuguesa (“Ricardo Reis para diante da estátua de Eça de Queirós ou Queiroz, por cabal respeito da ortografia que o dono do nome usou, ai como podem ser diferentes as maneiras de escrever… provavelmente é a língua que vai escolhendo os escritores de que precisa, serve-se deles…”).

Como “Todos os caminhos vão dar a Camões”, lá estava a estátua do autor d’ “Os Lusíadas”, poeta no seu pedestal, mesmo no meio do Largo com o seu nome, omnipresente no texto de Saramago e na memória coletiva dos portugueses.
O caminho era agora para o Alto de Santa Catarina onde “um grande bloco de pedra, toscamente desbastado, (…) parece um mero afloramento de rocha, e afinal é monumento – o furioso Adamastor! “. Após a deslumbrante vista sobre o Tejo, “mais belo que o rio da [minha] nossa aldeia”, onde deslizavam navios de cruzeiro, lembrando viagens de além-mar, os alunos inverteram a marcha: elevador da Bica, Rua do Alecrim,Travessa dos teatros, teatro S. Carlos, Rua António Maria Cardoso, Teatro São Luís, e, de novo, Praça Luís de Camões. No Largo do Chiado, na aguardada esplanada da Brasileira, um encontro rápido com o poeta Fernando Pessoa – retrato intimista “à la minute” – cumpriu-se o ritual e o poeta foi de novo português (caros turistas, agora somos nós, porque apesar de não sermos nada, temos em nós todos os sonhos do mundo!).

Rua do Carmo abaixo, o monumento de ferro rendado – o Elevador de Santa Justa – surpreendeu os alunos que desembocaram na Praça do Rossio, a lembrar D. Pedro IV, altivo e indiferente às fontes e flores que pintam e refrescam os nossos olhos. Fizeram-se as despedidas dos guias e de Ricardo Reis, criação de Fernando Pessoa, sobrevivente ao seu criador, e ficção ficcionada de José Saramago.

Nas duas horas que se seguiram, a viagem deixou de ser literária para se transformar em “viagem de sabores” – um percurso de fome e gula à roda das caixinhas de comida que as mãezinhas tinham preparado!

Saciados os apetites ainda jovens, era preciso subir em direção ao Rato para visitar a casa do poeta, situada emCampo de Ourique. Alunos e professoras entregaram-se às palavras abundantes e sábias de quem priva diariamente com a obra do poeta na famosa Casa Museu Fernando Pessoa! Assim, revisitou-se a vida e a escrita poética do ortónimo e dos seus heterónimos. A revisão da matéria estava concluída.

Às 6 horas da tarde, já em Belém, os alunos encheram os olhos com a monumentalidade do Mosteiro dos Jerónimos, atravessaram o jardim, observaram, do lado direito, o famoso CCB, desceram a escadaria e percorreram o túnel por baixo da linha do comboio (como manda a tradição, os ecos transformaram os urros em contentamento geral), subiram de novo e abraçaram visualmente o Padrão dos Descobrimentos. No topo do monumento, a uma altura de cerca de 270 degraus, preguiçosamente percorridos de elevador, todos puderam desfrutar de uma vista deslumbrante sobre o Tejo e sobre a parte ocidental da cidade.

Em baixo, na rosa-dos-ventos, foi tempo de memórias, olhares, poses e risos, tudo cristalizado nas fotografias captadas pelos quotidianos “gadgets”.

Finalmente, foi dada ordem para dispersar e jantar livremente nos jardins de Belém que, tal como em qualquer capital europeia, oferecia aos alunos um McDonald’s de primeira com a sua bela esplanada. Claro que a sobremesa foi servida ao balcão da centenária Fábrica dos Pastéis de Belém (talvez porque as saudades de casa e da família já apertassem, muitos alunos traziam na mão o tradicional saquinho com os famosos pastéis… claro que algumas mãos estavam vazias… cheias, provavelmente, de esperança num futuro mais doce!).

Na hora do regresso, como o prometido é devido, o autocarro embrenhou-se de novo na urbanidade de Lisboa: subiu aos Restauradores, e parou por alguns minutos junto ao antigo cinema Condes, agora transformado no internacionalHard Rock Café. Os alunos entraram aos magotes e puderam timidamente apreciar um certo ambiente rockeiro e cosmopolita.

Enfim, a jovialidade dos alunos era ainda escandalosamente estridente e, por vezes, dolorosamente, alegre, mas era tempo de retomar a rotina…

E foi outra vez a estrada, o cansaço bom, a noite, as cantorias, os afetos ainda imberbes e a certeza de que esta tinha sido a derradeira e irrepetível visita de estudo… porque, afinal, é aqui que a escola acaba e a vida (talvez universitária) principia …promessa de um futuro que se espera melhor!

As professoras participantes: Clara Faria, Conceição Valente, Isabel Costa, Luísa Sousa e Margarida Duarte

Menção Honrosa no Concurso Nacional Uma Árvore Uma Floresta

Mais uma vez, estamos de parabéns! O vídeo “Floresta nativa, um valor a preservar” recebeu uma Menção Honrosa do Concurso Nacional Uma Árvore Uma Floresta,na categoria II – 3.º ciclo e secundário, iniciativa da Associação de Professores de Geografia em parceria com o Programa Eco Escolas.

Este vídeo, realizado pelos alunos Ana Anjos, Joana Costa e Tiago Costa, do 10ºA, com a coordenação da professora Odete Melo, pretende dar a conhecer duas espécies nativas ou autóctones da nossa floresta – o carvalho-alvarinho e o sobreiro – e a sua importância para o equilíbrio do ecossistema florestal, pelas funções e serviços que prestam.

Veja este vídeo através do link:

 

Sete alunos do curso profissional de turismo participaram na final nacional do concurso Young Business Talent. O Young Business Talents é um simulador empresarial que permite praticar a gestão tomando todo o tipo de decisões dentro de uma empresa. Neste jogo de simulação de negócios a função dos alunos é fazer o mesmo que fazem os responsáveis das empresas: analisar, planear e controlar, utilizando uma ferramenta sofisticada como simulador de empresas.

Antes de chegar à final, os alunos tiveram de passar fase regional que se desenrolou durante o ano letivo.  Da região do Porto classificaram-se para a final 19 equipas de um total de 120 equipas, tendo a nossa escola concorrido com 5 equipas nesta fase.

Na fase final a equipa “Wegotyou” ficou em primeiro lugar da sua série, tendo arrecadado um prémio de 200€ e a equipa “Faz_esse” um  honroso3º lugar. Parabéns aos alunos. 

” Recital Na Biblioteca”

Na Biblioteca da nossa escola viveu-se, no dia seis de junho, mais um momento de poesia, música e teatro!
A profª Clementina Silva, uma das professoras colaboradoras deste espaço, organizou com detalhe e brilhantismo este evento.
Parabéns a todos os participantes que contribuíram para este magnífico espetáculo.

  PROGRAMA DO RECITAL NA BIBLIOTECA (6/6/2018)

PROGRAMA

Momento musical

Interpretação musicada do poema «Divisão», de João Pedro Mésseder, pelo grupo «Sim, Somos Capazes» dirigido pelo professor Luís Baião.

Leitura de poemas da autoria de alunos do 6.º ano

 «A turma do 6.º E», poema coletivo da autoria dos alunos do 6.º E, lido por um grupo de alunos da turma.

«Adivinhem então», poema coletivo da autoria dos alunos do 6.º F, lido por Gabriela Manso;

«A importância da leitura» da autoria do aluno Edgar Moura do 6.º G;

«Sou feliz a escrever» da autoria da aluna Mafalda Pinto do 6.º F;

«Minha mãe» da autoria da aluna Beatriz Couto do 6.º E;

«Os alunos do 6.º F» poema coletivo da turma do 6.º F, lido por um grupo de alunos da turma;

«Os nossos professores» poema coletivo da turma do 6.º F, lido por um grupo de alunos da turma;

«Olhos» e «A vida de uma flor» da autoria da aluna Ana Mota do 6.º H.

 

Entrega de prémios e certificados dos concursos de gramática e de escrita da SE e da atividade «Diário gráfico» da disciplina de HGP.

Recitação de poemas de João Pedro Mésseder

«Lamento do último plátano de uma velha praça do Porto» lido pelos alunos João Pedro Resende e Sara Barbosa, do 6.º A;

«Uma nova palavra» lido por Diana Santos do 6.º F;

«Livro» lido por Edgar Moura, Tomás Afonso, Guilherme Reis, Joana Monteiro, Anislava Doneva e Bruna Cardoso do 6.º G.

 

Leitura de uma história em verso 

«A Menina do Capuchinho Vermelho» segundo a versão de Roald  Dahl, lida por alunos do 6.º F.

Teatro de Fantoches

 «A confusão no castelo» apresentado por alunos do 5.º D e 5.º F, encenado pelas prof. Adelaide Ribeiro e Paula Rodrigues.

Leitura de um poema de Manuel António Pina

  «A Ana quer» lido pelo aluno Pedro Durães.

 

Momento musical

 Versão musicada do poema «A Ana quer», pelo grupo «Sim, Somos Capazes».