“10 minutos a Ler” é já amanhã

Decorreram hoje, na biblioteca escolar, duas sessões de lançamento da iniciativa “10 Minutos a Ler” destinadas aos delegados das turmas do 2º e 3º Ciclo. As sessões foram conduzidas pelos professores Paula Morais e Paulo Paiva que falaram dos livros mais marcantes da sua vida, em particular da adolescência, e do valor e legado da leitura. Pela voz do professor Paulo Paiva, os alunos foram ainda brindados com a audição do conto “A fábrica das palavras”, de Agnès De Lestrade.

Nestas sessões, os alunos receberam o livro atribuído à sua turma, por forma a iniciar-se amanhã, pelas 8:15 horas, em todas as turmas do 5º ao 9º ano, a leitura durante 10 minutos da obra que lhes foi disponibilizada. É um enorme desafio, já que a leitura lúdica sairá da esfera do Português (diariamente haverá “10 minutos a ler em diferentes disciplinas), mas é certo que o proveitoso retorno será de todas as disciplinas. Ler é um direito humano, plataforma de inclusão, na medida em que é condição para o conhecimento, determinando a vivência plena ou condicionada do indivíduo.

“10 Minutos a Ler” é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura (PNL), à qual a nossa escola aderiu e viu aprovada a sua candidatura, merecendo um apoio financeiro significativo para aquisição de livros (1000 Euros). Esta ação do PNL integra um conjunto de 70 escolas que vão instituir no seu quotidiano a atividade diária da leitura durante 10 minutos, na convicção de que a leitura é condição para todo o conhecimento.

Um especial agradecimento aos docentes Paula Morais e Paula Paiva, bem como à equipa da BE e a todos aqueles que acreditam na importância da leitura.

“A rapariga que roubava livros” – sessão de cinema

A equipa do Plano Nacional de Cinema promoveu a projeção do filme “A Rapariga Que Roubava Livros” de Brian Percival, no dia 29 de outubro, das 11h às 13h, na biblioteca escolar.

Participaram na iniciativa duas turmas do ensino secundário.

Sinopse do livro (disponível na biblioteca):


“Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura”.