Farsa de Inês Pereira, Gil Vicente

 

     

 

            No dia 9 de março, as turmas do 10.º ano de escolaridade assistiram à representação da peça de teatro A Farsa De Inês Pereira do considerado primeiro dramaturgo português, Gil Vicente, no grande auditório da escola.

      A representação original do ator Alexandre Sá, da companhia de teatro ATE, surpreendeu os alunos e professores pela forma como deu vida a todas as personagens, exceto ao Moço, que foi interpretado por um aluno do 10ºA proporcionando, assim, interação com o público.

            Salientamos o facto de o ator ter tido a preocupação de adaptar a peça de Gil Vicente ao público-alvo do 10º ano de escolaridade. Na verdade, conseguiu modernizar uma obra medieval captando a atenção de um público jovem.

       A peça conta com registos linguísticos cómicos, mas com a dramatização do ator, as falas tornaram-se ainda mais engraçadas, como, por exemplo, com o jogo de palavras entre “peras, peas” e o nome do dramaturgo Shakespeare.

       A representação ofereceu, também, alguns apartes sobre a explicitação do contexto social e histórico da época medieval, em comparação com a atualidade, o que, mais uma vez, elucidou a plateia.

        Em suma, a capacidade inovadora de interpretar personagens, mas, simultaneamente, mantendo a essência da obra, a presença do cómico, a interação inteligente e pertinente com o público permitiram a consolidação do estudo da peça e revelaram um excelente trabalho do ator.

 

A turma do 10.ºD

Pequenas histórias, grandes lições …

Um susto inesperado

       Esta história fala de uma menina que devia ter ouvido os avisos dos pais.

      Era uma vez uma menina chamada Carolina, que nunca ouvia os pais. Ela vivia numa cidade. A Carolina era alta, tinha olhos azuis, cabelo loiro, liso e era muito rebelde.

      Ela saía de casa sempre sem permissão e os pais diziam sempre para ela ter cuidado, não ir…mas ela nunca ouvia!

      Até que, um dia, ela decidiu ir para a floresta mais perigosa da cidade. Era escura e espinhosa. Mas ela queria ir na mesma.

       Os pais não deixaram e trancaram-na no quarto, por onde fugiu pela janela.

      A Carolina correu até à floresta até cair num buraco muito escuro com alguém lá que disse:

      – Porque é que entraste no meu covil, agora vais sofrer – rindo-se.

      A Carolina, arrepiada, com o que ele disse começou a gritar por ajuda.

      A mãe dela, quando entrou no quarto, chamou logo o marido e viu que ela não estava ali.

      Eles foram atrás dela e ouviram a filha a gritar. Chamaram de imediato a polícia que prendeu a pessoa.

      Pois é, se ela tivesse ouvido os pais, nada disto teria acontecido por isso, ouve sempre os avisos dos teus pais.

 

                                                                                  Carolina Rodrigues Oliveira 5°G

 

O Caminho não adequado

            Numa sexta-feira de Março, eu estava a voltar da escola e tive uma ideia. Poderia ir por um atalho, então, eu arrisquei!

            O atalho por onde eu ia era um mato enorme cheio de árvores e com muitas flores. No caminho, caí num buraco. Em volta, era tudo preto sem nenhuma saída. Do nada, vários cogumelos acenderam-se e conseguia ver um rio com água cristalina, a erva e as folhas das árvores eram azuis, as flores das árvores e os coelhos eram rosas e as tangerinas que caíam no chão eram verdes.

            E eu segui em frente, estava a caminhar em direção a um túnel e no final tinha uma criatura, ela era pegajosa, tinha uma cara feia, sete patas em cada braço e cuspia ácido, e disse-me:

             – Vieste pelo caminho errado, parece que não vais voltar atrás.

         – Vais arrepender-te do que disseste! – disse eu a achar- me corajoso – Não sabes com quem te metes!

            – Com uma criança de 10 anos, com um livro de português na mão – responde-me:

            – Mas … como! – gritei- Acertaste, és um génio!

            – Agora chegou a tua hora – disse o monstro – AH! AH! AH! AH!

            Enquanto o monstro se ria, eu peguei no livro de ciências e vi o que podia fazer para matar um monstro. Quando vi o que precisava, fui a correr pegar num coelho e fiz festinhas no focinho, ele espirrou e um monte de pelo saiu pelo ar e o monstro não aguentou.

          O monstro rebentou, não sei como, ao rebentar, o impulso fez com que eu conseguisse voar e ir para casa como um foguetão.

            Quando aterrei em casa, o almoço já estava pronto e a minha mãe perguntou-me como correu o dia e eu disse que foi bom.

            E a partir daí, aprendi uma lição que se tivermos dois caminhos,  um longo e seguro que conheço ou um caminho curto e perigoso que não conheço, devo sempre ir pelo longo.

Dinis Azevedo, 5ºG

A verdadeira amizade

              Um dia, uma menina chamada Isabel estava a passear com os seus pais na praia, com um sol tão quente e uma água tão cristalina. Enquanto eles caminhavam, encontraram uma menina sentada na areia.

                 -Mãe, posso ir brincar com aquela menina? – perguntou Isabel.

                 -Podes filha, mas tem cuidado! – respondeu a mãe.

                 -E não vás para muito longe! – complementou o pai.

                Então, lá foi Isabel, contente, porque ia fazer uma nova amiga.

                 -Olá, como é que te chamas? – Perguntou Isabel.

                -Eu chamo-me Maria – disse ela a sorrir – e tu, como é que te chamas? 

                 -Eu chamo-me Isabel, queres brincar comigo?

                -Claro! – respondeu Maria – Vamos brincar!

                 E lá foram elas brincar. Depois de brincarem e conversarem muito, a Maria viu os seus amigos, e teve a ideia de os apresentar a Isabel.

                Quando elas chegaram mais perto dos amigos de Maria, ouviram-nos a falar mal dela. Como é claro, ela ficou muito triste, e então saiu a correr e desatou a chorar. Isabel foi atrás dela e tentou confortá-la, mas nada adiantava, ela não parava de chorar.

                Depois de algum tempo ela acalmou-se, e foi ter com a sua mãe.

                 Isabel estava muito triste pela amiga, mas ela queria vê-la novamente, então, disse à mãe de Maria onde estavam os seus pais, para eles combinarem um novo encontro. Eles acabaram por trocar os números de telefone e tornaram-se amigos.

                Com o passar do tempo, Maria foi esquecendo os seus antigos amigos, e foi reparando que ela e Isabel se divertiam muito mais do que ela se divertia com os outros amigos.

                Elas tiveram uma amizade muito boa e divertida que durou vários anos.

                A mensagem que esta história quer passar é que mais vale um amigo verdadeiro do que vários falsos.

 

Beatriz Soares, 5º H

Uma festa espetacular

 

       No domingo passado, o meu amigo Martim convidou-me para a sua festa de anos às 15 horas.

      Indo para casa dele, os meus pais apanharam trânsito. Nós chegamos 10 minutos mais tarde, toquei à campainha e quando eu vi que era ele a abrir a porta eu disse:

      – Parabéns, Martim!

     – Obrigado, eu estou muito feliz por te ver – disse o Martim.

     – Eu também estou muito feliz por te ver.

    O Martim é alto e magro. Tem cabelo curto e olhos castanhos, tem um nariz pequeno e uma boca grande.

    Apesar de ser um bocadinho brincalhão, ele é muito simpático, bondoso, amável e amigo.

     Como ele gosta muito de uma série, eu dei-lhe de prenda uma carteira da série. Ele ficou muito contente e foi logo trocar as coisas para a sua nova carteira.

    Quando fomos brincar ele sugeriu a nossa brincadeira preferida que era “ As aventuras de Guilherme e Martim”.

    Passado uma hora fomos cantar-lhe os parabéns, comemos o bolo e continuamos a brincar.

    Estava na altura de ir para casa, eu despedi-me e o Martim disse-me que esta foi a melhor festa de anos que ele teve.

      Eu e ele somos amigos inseparáveis.

 

Guilherme Silva, 5ª G

 

Salvar o Planeta

        Nós temos de fazer algo urgente, salvar o Planeta! Por isso devemos reciclar, reutilizar e poupar, cumprindo a política dos 3 R´S.

       – Isto é possível?

       É, mas tem de haver reação, muitas pessoas perguntam-se o que devem fazer.

       À minha escola veio uma cientista que nos deu várias sugestões de como podíamos salvar a Planeta:

   – Vocês podem salvar o Planeta Terra de várias formas! – disse ela. – Podem pôr os lixos no ecoponto certo, podem reutilizar, por exemplo, caixas, latas, garrafas de plástico, tampas, entre outras, também podem utilizar menos plástico, poupar dinheiro, entre outras coisas! – disse a cientista muito séria.

     Aí em casa, ou onde estiverem, percebam que o Planeta sofre connosco, por isso, devemos fazer o possível para salvar o Planeta.

      Imaginem uma paisagem, toda suja, que é o que está a acontecer, cheia de lixo por todo o lado, mas depois imaginem essa paisagem toda limpa, ou seja, o trabalho todo que fizemos para ajudar o planeta Terra.

 

Abigail Fernandes, 5º H

 

Dia 8 de março 2022 – Dia Internacional da Mulher

 

 

Realizou-se na nossa escola, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento  e com o apoio do Projeto “Teach For Portugal” a comemoração do Dia Internacional da Mulher envolvendo  as turmas do 6ºA e 6º B.

Foram homenageadas 7 mulheres que tiveram muita importância na nossa sociedade e a nível mundial e foram elas:

Maria de Lurdes Pintassilgo; Catarina Eufémia; Malala Yousafzai ; Afonsina Strada; Carolina Beatriz Ângelo; Rosa Parks e Olympe de Gouges.

Estas mulheres lutaram pelos seus direitos e igualdade de oportunidades a nível pessoal e profissional.  Elas quiseram afirmar-se perante o mundo, dando voz e testemunho das dificuldades de se ser mulher, ao longo do tempo,  e dos problemas éticos e morais que se impunham.

 

Excertos que as crianças escreveram sobre o processo:

 

Eu aprendi mais sobre a minha personagem e analisei bem como se vestia na altura.

O que significou o processo para mim?

Eu gostei muito de participar e espero que haja mais atividades destas, fiquei orgulhosa do

nosso trabalho e acho que conseguimos interpretar o quanto as mulheres lutaram e arriscaram as suas vidas para fazer a diferença.

Rita Góis – 6ºA

 

Eu aprendi o quanto as mulheres lutaram para ter o que têm hoje e como trabalhar em grupo num projeto como este.

Para mim este trabalho foi uma boa forma de homenagearmos as mulheres que tanto lutaram no passado.

Pedro Henriques – 6ºA

 

Eu aprendi a pôr-me no lugar de várias mulheres que fizeram de tudo para alcançarem os direitos entre o homem e a mulher, também fiquei a conhecer a história de uma mulher determinada como a Catarina Eufémia porque a Malala e a Carolina Beatriz  Ângelo já conhecia!!

O processo significou imenso para mim porque eu fiz o papel de Carolina Beatriz Ângelo que era uma mulher muito poderosa e eu senti-me poderosa como ela, o que me fez pensar que quando eu quero conquistar uma coisa tenho que lutar como estas três Mulheres.

Isabel Gomes – 6ºA

 

Acho que foi muito importante e bonito, pois as mulheres que

interpretamos foram muito corajosas e puseram as suas vidas

em risco mas mesmo assim lutaram até conseguirem o que

queriam, o que é muito difícil para aquela altura e graças a elas

as mulheres vivem agora como vivem.

 

Isabela – 6ºA

 

O processo significou muito para mim, porque aprendi a lutar pela igualdade de género, e a minha turma trabalhou muito para conseguir um resultado neste projeto.

Eduarda – 6ºA

 

 

 

8 de  de março 2022

 

A prof. Alzira Duarte

Raquel Rodrigues

Talitha Vaz

21 de março-dia mundial da poesia

No passado dia 21 de março, o Projeto “Na Senda dos Contos”, em colaboração com a turma de literatura portuguesa do 10.º ano, celebrou a criação artística, nomeadamente a arte de escrever poesia.

Os Poetas Andarilhos, protegidos pelas suas máscaras coloridas e brilhantes, presentearam o auditório juvenil, e o poeta convidado, com a declamação de textos poéticos de diversos autores consagrados, oferecendo, também, ao nosso poeta João Lopes, a apresentação expressiva de dois dos seus poemas.

Após esse momento de sedução pela palavra dita, seguiu-se uma conversa-encenada (previamente pensada em sala de aula) com o poeta João Ricardo Lopes.

Durante cerca de uma hora, os alunos fizeram uma espécie de “prova-oral” ao poeta que se viu confrontado com diversas questões como: “Nascemos poeta ou tornamo-nos poeta? Como descobriu a sua vocação?”; “Ao longo destes dois últimos anos, vivemos numa situação de pandemia. Como é que essa circunstância afetou a sua capacidade criativa?”; “Sophia de Mello Breyner considerava que competia ao poeta delinear as novas visões de mundo e ao político legislar para as concretizar. Concorda com esta posição e porquê?”; “Num momento como o atual, em que o mundo vive dominado pelo pragmatismo, pela ânsia de reconstruir novos impérios a todo o custo, onde os valores morais parecem não existir, há espaço para a poesia? Que função deve o poeta desempenhar num mundo como este?”.

E estivemos todos para ali a conversar, a ouvir, a pensar…a aprender…a sentir…

O auditório da escola de Canelas foi de novo um espaço de liberdade, um espaço aberto a novos caminhos, a novas ideias e, quiçá, a potenciais poetas, a futuros escritores…

 

Obrigada, João Ricardo Lopes!

 

Isaac Lamarão e Tatiana Vicente.

 

Poemas em P

Os alunos do 5ºD, 5ºI, 6ºE e 6ºH dialogaram acerca da guerra na Ucrânia e dos seus efeitos negativos na vida dos ucranianos e também das pessoas que os rodeiam.

Seguidamente, leram e analisaram o «Poema em G» da Luísa Ducla Soares, que aborda a temática da guerra.
Assim, baseando-se nesse poema, escreveram o «Poema em P», que é um hino à paz!
 
 
 

 

Paulo gosta de paz

Pedro gosta de paz

Penélope gosta de paz

A paz ajudou-lhes o pai

A paz poupou-lhes a casa

A paz alegrou-lhes os patos

Paulo, Pedro e Penélope partilham 

As plantações crescem

Agora a comida enche barrigas 

Paulo, Pedro e Penélope

Precisam agradecer

há pessoas agradadas

que felizes estão por terem paz

mesmo que surjam problemas 

felizes estão as pessoas que paz têm

 

                             Bernardo Quintela, 5ºI

 

Patrícia gosta de paz.

Paulo gosta da paz.

Pandora gosta da paz.

A paz salvou-lhes o pai.

A paz protegeu-lhes a casa.

A paz agradou o gado.

Patrícia, Paulo, Pandora aconchegam-se.

As pombas voam.

Agora a paz irriga as ruas.

Patrícia, Paulo e Pandora

Querem sorrir

Às pessoas pacíficas

Que se fica sempre a ganhar,

Mesmo que as pessoas

Consigam a paz.

                                     

 Lara Pinto, 5.°I

 

Paula gosta de paz

Pedro gosta de paz

Patrícia gosta de paz

A paz salvou-lhes o pai

A paz salvou-lhes a casa

A paz preservou o gado

Paulo, Pedro e Patrícia riem 

Os Pássaros voam 

As pombas voam por as ruas

Paulo, Pedro e Patrícia querem sorrir

A pessoas bondosas

Quem se fica sempre a ganhar,

Mesmo que as pessoas ganhem liberdade.

 

Gonçalo Santos, 5.ºI

 

Pérola prefere a paz.

Pedro prefere a paz.

Pollyanna prefere a paz.

A paz custou-lhes tempo.

A paz acalmou o mundo.

A paz trouxe a fé.

Pérola, Pedro, Pollyanna brincam.

As pombas voam.

Agora a fé irriga as ruas.

Pérola, Pedro, Pollyanna

querem felicidade

a fé grande

que se fica sempre a ganhar,

mesmo que as pombas

fujam.

 

Lara Silva, 6.ºE

 

 

Pietra gosta da paz.

Paulo gosta da paz.

Patrícia gosta da paz.

A paz proporcionou-lhes alegria.

A paz alastrou-se em suas casas.

A paz fê-los felizes.

Pietra, Paulo, Patrícia gritaram.

As pombas voam.

Agora a paz espalha-se pela rua.

Pietra, Paulo e Patrícia

querem espalhar a paz

à gente grande

que fica sempre a ganhar

mesmo que a paz

não ganhe.

 

Luana, 6.ºE

 

Perla pensa na paz.

Pietro precisa da paz.

Patrícia gosta da paz.

A paz deixou-lhes a família viva.

A paz acaba com o ódio.

A paz tem potencial.

Perla, Pietro, Patrícia rezam.

Dão as mãos.

A união paira no ar.

Perla, Pietro, Patrícia.

Querem rezar.

Ao mundo inteiro.

Que quer paz.

 

Mariana Ribeiro, 6.ºE

 

Patrícia prefere a paz do que a morte.

Patrício prefere a paz do que a morte.

Paulinho prefere a paz do que a morte.

A paz trouxe-lhes o pai,

A paz alegrou-lhes a casa.

A paz aqueceu-lhes o peito,

Patricia, Patrício, Paulinho pulam.

As pombas voam,

Agora a paz alegra o país.

Patricia, Patrício, Paulinho.

Querem pular.

A paz é grande.

fica-se marcado.

Mesmo que a paz,

Vá embora.

 

Iuri Costa, 6.ºE

 

Penélope prefere a paz.

Paula prefere a paz.

Paulo prefere a paz.

A paz é a felicidade.

A Paulina gosta da paz.

Penélope, Paula, Paulo, Paulina

amam a paz.

A paz é a felicidade

A paz é o poder,

mesmo que não gostem

ganhem a paz.

 

 Carolina, 6.ºE, n•3

 

Patrícia prefere a paz

Paulo prefere a paz

Pérola prefere a paz

A paz proporcionou-lhes alegria

A paz protegeu a casa

A paz ajudou-os com o gado

Patrícia, Paulo, Pérola passeiam

As serpentinas estouram

Agora a felicidade está nas ruas

Patrícia, Paulo e Pérola

Querem passar

a ser gente grande

Que  fica sempre a ganhar

mesmo que os pais

recebam os destroços.

 

Catarina

 

 

Penélope prefere a paz.

Pietro propõe a paz.

Putin opta pela guerra.

A paz propõe a vida.

A paz traz propriedade à liberdade.

A paz transferiu o gado.

Penélope, Pietro pincham.

As pombas saem com liberdade.

Agora a paz passa pelas ruas.

Penélope, Pietro

pincham.

A pessoa

que se fica incessantemente a ganhar,

mesmo que os generais

percam a paz.

 

Tomás Ribeiro,  6.ºE, nº19

 

 

Paulo prefere a paz

Patrícia prefere a paz

Pedro prefere a paz

 

A paz proporcionou-lhes alegria

A paz protegeu-lhes a casa

A paz guardou-lhes o gado

 

Paulo, Patrícia e Pedro cantam

As flores crescem.

Agora a alegria irriga as ruas.

Paulo, Patrícia e Pedro

Podem rir

 

Às pessoas bondosas

Que  fiquem sempre a ganhar,

Quando os seres humanos.

Fazem o bem.

 

Eva Moreira

 

Pandora gosta de ter paz

Patrício gosta de ter paz

Paulo gosta de ter paz

A paz proporcionou-lhes descanso

A paz descontraída aproximou o gado

A paz está em casa

Pandora, Patrício, Paulo

Querem gritar

de alegria

Que fiquem sempre em paz

mesmo tristes

a paz alegra-os.

 

Alexandre Rato

 

Paulo gosta de paz

Pedro prefere paz

Pilar ama a paz

A paz trouxe-lhes prazer

A paz trouxe-lhes alegria

A paz trouxe-lhes felicidade

Paulo, Pedro, Pilar

Os pássaros cantam

Agora só se ouve alegria nas ruas

Paulo, Pilar, Pedro

Querem cantar

Para seus pais

E com paz ficam a ganhar

Mesmo com as coisas más

A paz derrota-as e traz alegria

 

João Meireles, 6.°H, n°9

 

Patrícia prefere a paz

Pietro prefere a paz

Pandora prefere a paz

A paz proporcionou-lhes harmonia

A paz trouxe-lhes amigos

A paz protegeu-lhes a vida

Patrícia, Pietro, Pandora alegram

A alegria surgiu

Agora a paixão preenche as ruas

Patrícia, Pietro, Pandora

Querem brincar

Com a paz

Que se fica sempre a ganhar

Mesmo que todos

Percamos algo.

 

Lara Ferreira

 

Paula prefere a paz.

Pedro prefere a paz.

Patrícia prefere a paz.

A paz proporcionou-lhes a perfeição.

A paz protegeu a casa.

Paula, Pedro, Patrícia têm paz.

As pombas voam.

Agora o prazer chama nas ruas: Paula, Pedro, Patrícia.

Querem a paz

e ter prazer

Assim fica-se  sempre a ganhar.

Menos se a paz não estiver.

Pombas voam.

 

Yara Duarte