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Reflexão sobre a importância do cinema na memória coletiva

 

   Na minha opinião, o filme O Pianista de Roman Polansky, baseado na autobiografia de mesmo nome, escrito pelo músico polaco Władysław Szpilman (interpretado magistralmente por Adrien Brody), é um bom filme sobre os direitos humanos.

   O filme apresenta-nos a trajetória de um pianista, que trabalhava na rádio Varsóvia na Polónia, durante o início da segunda guerra mundial. Mostra-nos o caminho trilhado por ele e pela sua família, abordando a forma gradativa como o regime nazi foi tirando direitos aos judeus, acusando-os injustamente e restringindo a sua vida. Tal sucedeu ao imporem crenças falsas na mente dos alemães, até chegar ao extremo de criar um bairro só dos judeus e emparedar tudo ou enviá-los para campos de concentração. Muitos tinham esperanças, mas, como sabemos, a maioria foi aniquilada. O pianista conseguiu fugir e viver às escondidas com ajuda de alemães do bem.

   É-nos, assim, contada, de uma forma esplêndida, a luta pela sobrevivência, pelo término da miséria humana.

 

David Gonçalves 9.º E

 

       No filme O Pianista é relatada a vida de uma pessoa que sobreviveu ao Holocausto; durante o filme, ele perde toda a família.

        Esta é a história de um pianista polaco que trabalhava numa rádio de Varsóvia. Com o começo da segunda Guerra Mundial, a rádio, onde o pianista trabalhava, foi bombardeada pelos alemães. Após isso, Szpilman vai para casa. Quando a Schutzstaffel, vulgarmente conhecida como SS, assume o controlo de Varsóvia, as condições de vida dos Judeus começam a piorar rapidamente e perdem grande parte dos seus direitos humanos. Após algum tempo, ele e várias famílias passaram a ser obrigados a usar umas pulseiras nos braços para ser mais fácil identificar um Judeu. Certo dia, são obrigados a sair das suas casas e a ir viver no Gueto de Varsóvia. Aí não tinham comida e não podiam falar com ninguém. Se tal acontecesse, eram insultados, pontapeados ou até mesmo torturados ou mortos, quando os nazis quisessem, porque eles eram apenas Judeus.

        Durante o filme são apresentadas diversas situações que nos fazem pensar que aquilo é desumano. Por isso, fico contente que, hoje em dia, os direitos humanos estejam sempre a ser acautelados, independentemente da raça, credo, nacionalidade de cada um.

Cristiano Azevedo 9.º E

 

   O Pianista, sem dúvida, mostra factos chocantes, desumanos, que, por serem verídicos, nunca vão ser esquecidos.

   Na minha opinião, é importante existirem filmes que retratem estes momentos para percebermos que foi algo de errado e não podemos omitir algo como o Holocausto. Infelizmente, muita gente sofreu com este ato, mas houve quem sobrevivesse . Neste caso, um pianista polaco e judeu, razão pela qual ele e a sua família perderam os seus direitos e a vida. Este pianista sobreviveu a vários obstáculos: passou frio, fome,  conviveu com a falta de higiene, … Sobreviveu com a ajuda de uma alemã que o auxiliou; deu-lhe comida e casa. Mais tarde, numa fase mais agravada do conflito, o pianista foi também ajudado por um soldado alemão, que lhe permitiu ficar escondido, levou-lhe comida e deu-lhe o seu casaco para combater o frio. Depois de anos, o pianista conseguiu ultrapassar esta fase; voltou à sua vida, deixou de ser um animal e voltou a ser visto como um humano com direitos, como qualquer outro.

  Infelizmente, ainda hoje existem preconceitos e estou certo que é algo que a humanidade nunca vai ultrapassar.

Tiago Macedo 9.º E

 

   No filme O pianista de Roman Polanski, baseado numa história real, são abordadas questões sobre os direitos humanos, durante o Holocausto, na Polónia, devido à ocupação do Reich Alemão.

   Nele é narrada a trajetória do pianista polaco Wladyslaw Szpilman e é descrita a forma como os direitos humanos foram violados diversas vezes em virtude da ideologia antissemita da Alemanha. Decorrente do ódio aos judeus, pregado pelos Alemães, com razões históricas, a política de Hitler foi intensamente aplicada, principalmente durante a guerra. Infelizmente, os judeus foram vítimas desta política de extermínio, de forma muito cruel. Disso nos dá conta o filme nas cenas em que os judeus são aleatoriamente mortos nas ruas do gueto para cumprir o desejo insano e cruel do Führer alemão. De igual modo, alguns, devido à fome, comem até o que está no chão, para sobreviverem, o que é extremamente cruel para alguém que, de facto, não cometeu nenhum crime, exceto ser judeu…. No filme é também mostrado o terrível transporte dos judeus, em vagões de comboio para gado, que os faz sub-humanos, animais ou bichos. Para os Nazis, tal situação era algo absolutamente certo e comum, pois os Alemães eram da grande e gloriosa raça pura e superior, podiam fazer o que bem entendessem com as outras raças.

   Por isso, o filme de Roman Polanski é ótimo, é uma grande crítica à violação da existência humana cometida pelo regime Nazi. Ver tal filme e compreender tal crítica, ajuda-nos a não mais cometermos os erros que cometemos ao longo da história, neste caso, os erros dos Nazis.

                                                                                                                                  Gabriel Inocêncio 9.º B

 

 O filme O Pianista de Roman Polanski retrata a vida de um judeu na Polónia, durante a ocupação da Alemanha Nazi e tudo o que ele e a sua família passaram para tentar sobreviver.

 Na minha opinião, foram cometidas inúmeras atrocidades pelo regime nazi, especialmente na questão dos direitos humanos e o desrespeito pelas vidas humanas. Durante o regime, milhões de pessoas viram os seus direitos serem ignorados, tal como muitas delas viram a sua própria vida desrespeitada e vista, pelo regime, como dispensável. É verdade que contribuiu bastante para o desenvolvimento da economia alemã, mas existiam diversas outras formas de conseguir recuperar a economia sem desrespeitar os direitos humanos. Mesmo que apenas fosse possível recuperar dessa forma, existiam outros métodos, mais humanos, de o fazer. Penso que nada é capaz de justificar o desrespeito total pela vida humana, como demonstrado em várias cenas do filme. É claro que, para os alemães, após toda a doutrinação da ideologia nazi e ameaças contra os opositores, não era fácil agir de outra forma; no entanto, nada justifica que alguns tenham pensado que era correto tal extermínio e que até mesmo  tenham contribuído para essa causa, desrespeitando, ainda mais, os direitos humanos e exercendo enormes críticas contra a população judaica e outros povos oprimidos.

   Em resumo, penso que nunca será possível justificar as atrocidades cometidas durante o regime Nazi. Creio que terá sido um dos piores, ou até mesmo o pior, genocídio e desrespeito pelos direitos humanos e vidas humanas registado até hoje.

Diogo Ribeiro 9.º B

 

   O filme O Pianista de Roman Polanski aborda a perseguição aos judeus e as suas vidas nos guetos. Além de mostrar os direitos humanos que foram violados, também realça que, mesmo no meio de tanto preconceito, ainda existem pessoas dispostas a arriscarem-se pelas outras.

   O filme fala sobre um pianista judeu e a sua família, que viviam uma vida comum até 1939, quando a Alemanha invadiu a Polónia. Após esse acontecimento, a vida do pianista nunca mais foi a mesma. Hitler começou por tirar alguns direitos aos judeus e identificá-los; em seguida, exilou-os em guetos e a última medida importante foi criar campos de concentração e aplicar a solução final. Estas medidas foram boas para a economia alemã, afinal os judeus eram ótimos investidores, se eles morressem, todos os seus bens e heranças iriam para o Estado. Tal ajudaria a Alemanha a sair da crise. Embora, da minha conceção, não exista dinheiro no mundo capaz de valer uma vida humana, para os alemães era diferente. Segundo eles, não havia problema em fazer atrocidades, como massacrar, espancar ou até mesmo matar, afinal judeus não eram humanos. Os judeus eram vistos como inferiores, “impuros”, então, não havia problema em fazer atrocidades com eles, pois os alemães acreditavam fielmente na superioridade da raça ariana.

   Foram violados inúmeros direitos humanos na época da Alemanha nazi e muitos judeus foram mortos. Este filme faz-nos refletir sobre essa época e apela à nossa humanidade; o filme busca ensinar-nos que os direitos humanos devem ser respeitados.

Leandro Sousa 9.º B

A vida é bela?

 

A vida é bela?

         O filme “A vida é bela” retrata a vida de uma família judaica que é levada para um campo de concentração, durante a segunda guerra mundial.

         É realmente muito interessante ver como o pai consegue “enganar” o filho, de maneira a que este não perceba a razão pela qual está naquele lugar horrível. Na minha opinião, o filme foi muito bem interpretado. Explica muito bem o holocausto, o que acontecia nos campos de concentração, e o sofrimento que era vivido naquele ambiente. Contudo, não esperava que tivesse um final tão cor-de-rosa, apenas faleceu o pai enquanto o resto da família sobreviveu.

          Para concluir, o filme é muito bom e cativante, consegue captar muito bem o tema e é uma ótima escolha para quem gosta de filmes sobre o holocausto.

Francisca Fidalgo de Jesus (8.º A)

Será que a vida é bela?

                Eu gostei muito do filme “A Vida é Bela”. Retrata muito bem o terrível passado dos judeus.

                Considero muito interessante a forma como o pai conseguiu fazer com que o filho não pensasse que o lugar horrível para onde foram levados era um campo de concentração e que eles podiam morrer. Isso ajudou o menino a não ficar muito preocupado e a manter-se feliz.

É um filme muito bom e captou a minha atenção. O único problema, na minha opinião, é a forma como o pai do menino morre. É demasiado simples e, sendo o seu papel na ação tão fundamental, Guido deveria ter tido uma morte mais digna.

Para concluir, gostaria de reforçar a ideia de que é um bom filme e de que vale a pena ser visto.

Tiago Miranda (8.º A)

A vida é (terrivelmente) bela

        Após mudar-se para a Toscânia, quando a 2.ª Guerra Mundial já se fazia sentir, Guido Orefice conhece acidentalmente a sua futura esposa Dora. Passado algum tempo e depois de várias peripécias, voltamos a encontrar Guido, feliz com a sua livraria de sonho e uma família (Dora e o filho de ambos, Giosué). No entanto, o Holocausto atinge gigantescas dimensões. Sendo assim, a felicidade desta família judaica acaba num ápice ao ser levada para um campo de concentração. Uma vez separados, o pai fica encarregue de manter a ingenuidade do filho quanto à realidade, mostrando-lhe que, de facto, a vida é bela.

       Com sete Óscares, o filme “A vida é bela” retrata, com perfeição, o amor de um pai que tenta proteger incansavelmente o seu filho dos horrores do Holocausto. Para isso, Guido mantém sempre o seu sorriso, quebra as regras impostas e aguenta todos os trabalhos exigidos pelos nazis. Todas estas ações mostram o quanto o personagem é forte física e mentalmente. Para além de todos os jogos e artimanhas que Guido cria para proteger Giosué, o que realmente torna o filme original, positivamente ímpar e o destaca dos demais filmes que também retratam esta tenebrosa fase da humanidade é a comédia. (A comédia raramente está presente em filmes sobre o Holocausto.) Todas as cenas de comédia clareiam o ambiente e passam a verdadeira mensagem do filme: a vida é terrivelmente bela.

       Mesmo assim, ainda tenho um aspeto a apontar: a história embeleza demais o que foram realmente os campos de concentração. No filme, as personagens quebram facilmente as regras, o que era impossível na realidade.

       Para concluir, gostava de recomendar o filme. Na minha opinião, todos devem aproveitar uma boa obra cinematográfica. “A vida é bela” é um filme emotivo e cativante que deve ser visto com respeito por todos nós, que, ao longo da vida, temos de lidar com pesadelos de diferentes dimensões.

Sofia Barbosa (8.º A)

  

Será a vida bela?

     “A vida é bela” é um filme, estreado em 1997 e realizado por Roberto Benigni, que ocorre durante a Segunda Guerra Mundial. Esta longa-metragem retrata a história de Guido e Dora, marido e mulher, e do seu filho Giosué, que são levados para um campo de concentração. Ao ser separado de Dora, Guido tem de recorrer à criatividade para fazer com que toda aquela infeliz realidade não seja traumatizante para o pequeno Giosué.

     Na generalidade, este filme é excecional. No entanto, existem alguns apontamentos que considero que poderiam ser melhorados.

     O facto de a introdução da história ocupar grande parte do filme retirou um pouco de força à mensagem principal. Quanto mais se demora a introduzir o tema principal do filme, menos a atenção do espetador é retida, logo quando, realmente, chega a parte principal já o espetador está distraído.

     Vale ressaltar que, apesar deste pequeno senão, o filme é sublime. A maneira como o pai tenta proteger o filho da realidade e como essa história é contada é de louvar.

     Sublinho também, a (boa) representação de Roberto Benigni, que interpreta Guido, pai de Giosué e companheiro de Dora. É incrível a forma como o ator mergulha no papel.

    Em suma, considero este um filme de excelência. Evidencio, mais uma vez, a soberba atuação de Roberto Benigni e a ótima realização do filme.

 

Lara Reis Bastos (8.º E)

Leituras, perceções e impressões, olhares críticos e sensibilidades!

 

Sobre o filme “A Vida É Bela”, os alunos do 8.º A e E disseram…

 

“É um filme fantástico, com momentos de comédia e outros, de drama. Este filme relembra a época macabra da Segunda Guerra mundial.”

Beatriz Martins (8.º E)

“A forma como Guido consegue transformar uma realidade tão horrorosa, como um campo de concentração, num mundo divertido é incrível! Com o decorrer da ação, a comédia vai-se tornando drama, algo que considero muito interessante.”

“Em suma, o filme é extraordinário e, por isso mesmo, eu aconselho-o!”

Dinis Sousa (8.º E)

 

“Guido dizia ao filho que aquele horror (a vida no campo de concentração) era um jogo para Giosué não se assustar, e essa parte do filme foi muito marcante.”

João Vilas-Boas (8.º E)

“Eu gostei muito do filme “A Vida é Bela”. Fiquei muito triste com a morte do pai, pois ele, para mim, é a personagem mais importante de toda a ação”.

Luís Silva (8.º E)

Eu gostei muito do filme “A Vida é Bela”. Retrata muito bem o terrível passado dos judeus.

Considerei muito interessante a forma como o pai conseguiu fazer com que o filho não pensasse que aquilo era um campo de concentração e que eles podiam morrer.”

Tiago Miranda (8.º A)

“Na aula de Português aprendemos o que era a apreciação crítica. Por isso, a professora Clara decidiu mostrar-nos este filme para podermos trabalhar este tipo de texto.”

“Eu gostei muito do filme. Transmite uma mensagem muito bonita que me tocou bastante.”

Catarina Mota (8.º A)

“O filme passa-se durante a 2.ª Guerra Mundial e é sobre um pai e o seu filho judeus que são enviados para um campo de concentração. Lá, o pai faz tudo para proteger o filho da realidade terrível que os dois estão a viver.”

“Eu gostei muito do filme. Realmente mostra o horror que os judeus passaram, fazendo-nos refletir sobre as nossas ações enquanto seres humanos.”

Érica Carvalheira (8.º A)

 

“É sobre um pai que tenta, a todo o custo, manter a inocência do filho, mantendo-o longe da horrível realidade”.

Sofia Barbosa (8.º A)

“Ver este filme contribuiu para aprendizagens que estão a ser desenvolvidas na disciplina de português: o Holocausto, O Diário de Anne Frank, a crítica.”

Francisca de Jesus (8.º A)

“Em suma, considero este um filme de excelência. Evidencio, mais uma vez, a soberba atuação de Roberto Benigni e a ótima realização do filme.”

Lara Reis Bastos (8.º E)

 

Aprender para humanizar

 

     É importante estudar os nossos antepassados, eles são a nossa memória.

  Na minha opinião, os humanos e o seu passado devem ser estudados, de modo a adquirirmos conhecimento sobre os mesmos.

    Em primeiro lugar, devemos aprender a nossa história para não repetirmos os erros que foram cometidos. Um desses erros foi o Holocausto, que consistiu na perseguição e no genocídio de milhares de seres humanos, especialmente judeus.

     A segunda razão pela qual devemos conhecer o nosso passado é para adquirir cultura. A cultura é uma das armas que temos ao nosso dispor para sermos melhores cidadãos e, eventualmente, virmos a ter um melhor e mais promissor futuro.

     Em síntese, estudar o passado é de extrema importância para que não se repitam erros e para sermos melhores enquanto seres humanos.

Lara Reis Bastos (8.º E)

Crónicas

Primatas

       O começo das aulas é algo incrível! Antes das aulas começarem, os alunos ficam alguns minutos sem o professor na aula e é nessa altura que tudo começa.

      Chego à escola, dirijo-me à minha sala e cá fora já dá para ouvir um monte de grunhidos e palavras codificadas, que nem um génio das  palavras conseguiria compreender tais absurdos. Sento-me na minha cadeira, coloco os meus fones, pois prefiro ouvir música do que aquele bando de sons estridentes. Analiso cada ser que está naquela sala e chego à conclusão que nós somos muitos parecidos com uns ancestrais nossos. Eles são barulhentos, vivem maioritariamente na selva e gostam de andar pelas árvores. Os sons e os gestos são praticamente idênticos e o instinto de se mostrar aos outros é igual. Ainda dizem ser superiores a eles o que, na minha humilde opinião, não é verdade!

    Se este for o nosso destino, vamos  descer na hierarquia das espécies, vamos tornar-nos numa civilização onde não há ordem nem leis. Se estiver errada, peço desculpa!

Tatiana Vicente,9.º B

 

    Durante a pandemia em que vivemos, sabemos (ou pelo menos deveríamos saber) que são fundamentais a máscara e o distanciamento social. 

     Contudo, como vivemos num mundo de pessoas que, aparentemente são desprovidas de intelecto, vemos cenas lamentáveis. Não nos antecipemos, voltemos ao começo de tudo! Em meados de março, quando o uso da máscara não era obrigatório, as pessoas esforçavam-se para manter a distância segura, realmente tinham medo da COVID-19. Porém, hoje vemos pessoas com máscara, no supermercado, por exemplo, mas cada vez mais próximas umas das outras, chegando até a tocarem-se. Tal não acontece só nos supermercados, se formos ver as escolas recém reabertas, quase parece que não há pandemia! É como se os alunos pensassem que são imunes ao vírus e não precisassem de respeitar as ordens das autoridades de saúde. 

     É lamentável o comportamento humano durante esta época! Fica, assim, a pergunta: “Será que estas pessoas têm um mínimo de amor-próprio ou de amor aos seus familiares e amigos? ”

Gabriel Inocêncio, 9.º B

           

 

     Ajudas. Será que é possível para todos os necessitados? Nesta fase difícil que estamos todos a passar, devido à pandemia COVID-19, chega ajuda para todos?

     Esta semana foi lançada a notícia sobre a suspensão de um aluno devido à partilha do seu lanche com o colega. De facto, o que fez foi extremamente irresponsável, mas já se perguntaram sobre o que o levou a fazer isso? O colega não tinha lanche, não tinha comida, tinha fome!

    Por que é que alguém vai para a escola sem lanche? Será que os pais se esqueceram de lho comprar ou não teriam dinheiro para o filho poder alimentar-se na escola? 

    O aluno que partilhou o seu lanche, apenas viu um colega com fome, uma criança com fome. O futuro deste país são as crianças e muitas delas, infelizmente, estão com fome! Vê-se muita gente preocupada com o “voltar ao normal” querendo dar passos maior do que a perna.

    Para chegar ao fim desta guerra, temos de pôr fim a estas pequenas coisas que, afinal, só são vistas como importantes quando já não há nada a fazer,no entanto, elas têm grande impacto na vida de todos.

     Por um lado, a COVID-19, apesar de ter aumentado as desgraças, fome, racismo, alterações climáticas, abandono de animais, etc. levou alguns, e não todos, infelizmente, a olhar um pouco melhor à sua volta e ver a realidade do país e do mundo.

Inês Santos 9.º B