Era uma vez uma velha, muito velha, que vivia com o neto numa casa de uma aldeia perto da floresta. Diziam que a velha sabia a cura para todas as doenças e que bastava beber um dos seus chás para que um quase-morto ficasse mais corado do que uma romã. Todos os dias ia a velha à floresta procurar as ervas para os chás que tudo curavam, e sempre que saía de casa recomendava ao neto: – Cuidado, muito…
Read MoreCategoria: 2º ciclo
Notícia
Porto, Town of Modern Art. Porto, através dos olhos de uma criança Na turma do 6ºH foi proposta uma atividade indisciplinar, no âmbito do projeto “Erasmus + Higem“, chamada “Porto, Town of Modern art and town as place of create”. Cada aluno foi desafiado a fotografar os monumentos mais importantes e modernos da cidade do Porto. Para cada monumento será pesquisada informação, que depois será transcrita para o padlet criado para o efeito. Este trabalho será realizado ao longo do primeiro período. O objetivo desta experiência é levar os…
Read MoreOs nossos medos
O medo do escuro Eu, quando era mais novo, tinha muito medo do escuro. E todas as noites eu ia para a cama com muito medo e então ligava o candeeiro. Um dia, quando eu estava a ir para a cama ouvi um barulho muito alto. E fiquei com muito medo. Então, resolvi chamar o meu pai e disse que estava a ouvir um barulho estranho no sótão. Ele foi lá e descobriu que tinha sido…
Read MoreA escravatura no Império Português do séc. XVIII
Os escravos africanos No século XVII e XVIII a plantação da cana-de-açúcar no Brasil, era a maior fonte de dinheiro do império português, mas a produção da cana-de-açúcar era muito demorada e árdua, sendo precisos escravos. No início, foram usados os índios do Brasil, mas eles não estavam habituados a fazer um trabalho tão difícil , o que levava a que muitos morressem e outros fugissem para o interior. Por isso, os portugueses precisavam de outro tipo de escravos. Tiveram de se virar para as suas outras colónias,…
Read MoreImaginação à solta
A minha magia A magia é real Como o narval Que tem um chifre Como o recife Fadas e anões Que enchem os canhões De várias diversões Para a cama vou Sabendo que estou Muito protegida Pela magia Que cria sonhos muito risonhos. A primavera Andorinhas a voar Pardais a cantar Lindos campos Que deixam encantos A primavera a chegar O Inverno a acabar Os animais saem dos esconderijos Reluzentes e bonitos Guardam-se as luvas Tiram-se as blusas Lagos…
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